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Thalassarym

Thalassarym possui dois modos de uso, cada um com uma personalidade própria, como se fossem duas vontades do mesmo oceano. Em modo espada, Thalassarym atua como uma maré envolvente, moldando a percepção, confundindo os sentidos e quebrando as estruturas mentais do inimigo. Já em modo lança, ela torna-se um tridente de propósito puro — preciso, brutal, inexorável, guiando as correntes com velocidade e poder.

Modo Espada – A Lâmina das Profundezas

Thalassarym em sua forma original é uma espada longa de fio fluído, feita de metal abissal que vibra levemente, como se estivesse eternamente submerso. Cada golpe ressoa como o eco de um trovão distante sob o oceano. Ela age como um instrumento de afogamento psíquico, com habilidades voltadas à manipulação da percepção, sufocamento emocional e destruição simbólica.

[NÍVEL I] — Bruma de Nephalor: A espada exala uma névoa viva que envolve tudo ao redor do portador, tornando o ambiente semelhante ao fundo do mar. Movimentos tornam-se mais lentos para inimigos, sentidos se embaralham, e o som das batalhas se distorce até parecerem canções distantes. O portador se move com liberdade absoluta por entre a bruma, como um predador abissal.

[NÍVEL X] —  Salmo de Thal’Yavhûn: A lâmina entoa por si só um cântico profundo e hipnótico. O som é grave e ancestral, atravessando escudos mentais e induzindo a sensação de perda, abandono e naufrágio emocional. Os alvos tornam-se incapazes de distinguir aliados de inimigos, e seus ataques perdem direção e foco.

[NÍVEL XX] — Abissal Memnorya: Com um corte em arco, Thalassarym invoca visões de passados alternativos e traumas esquecidos nos alvos. Suas mentes afundam em fragmentos de vidas que não viveram, causando paralisia emocional, confusão tática e abertura total para contra-ataques. As memórias evocadas sangram pelos olhos daqueles que sucumbem.

Modo Lança – O Tridente da Maré 

Em sua segunda forma, Thalassarym se transforma em uma lâmina trina, um tridente com hastes curvas e ressonância hidráulica. Seu cabo é envolto em runas líquidas, que escorrem como correntes. Nesse modo, ela se torna uma arma de ataque direto, dominação de campo e pressão absoluta, ideal para perfurar defesas e invocar o poder físico do mar profundo.

[NÍVEL I] — Corrente das Três Marés: O tridente alterna entre três posturas… Ascensão (aumenta a velocidade dos ataques e permite investidas fulminantes), Retorno (defesas reativas que absorvem energia cinética e devolvem em impulso), e Ruína (ataques pesados com chance de quebrar completamente escudos e bloquear habilidades mágicas). O portador troca de postura intuitivamente durante o combate, como quem surfa uma onda crescente.

[NÍVEL X] — Torrente de Yrr-Mhar:  O portador finca o tridente no chão ou o arremessa contra o inimigo, invocando uma coluna de água ascendente com força suficiente para arrancar defesas mágicas, levantar estruturas ou lançar oponentes no ar como se estivessem sendo puxados para a superfície após um mergulho fatal. A água invocada tem consciência parcial e tenta arrastar o alvo para o chão, como um redemoinho pensante.

[NÍVEL XX] — Oceano Desperto: No ápice do Modo Lança, Thalassarym se transforma em um catalisador da Maré Viva. Com um salto e o tridente erguido, o portador desfere uma investida envolta por uma massa de água ancestral, causando impacto em área e rompimento de estruturas físicas e mágicas. O golpe reverbera como um tsunami cristalizado, e aqueles atingidos sentem seus corpos serem esmagados pela gravidade.

Dharmadhanda

[NÍVEL I] — Fluxo Serene: Quando o portador segura o Dharmadhanda pela primeira vez, sente o Fluxo Serene percorrer cada canal de Chi como um sopro morno em plena noite de inverno. A madeira, entalhada com runas de equilíbrio, vibra suavemente, realinhando pontos bloqueados — a mente se aclara, o corpo se torna mais leve, e os sentidos se expandem, captando sutilezas que antes passavam despercebidas. Neste nível, o portador pode restaurar o próprio equilíbrio em meio ao caos: dores comuns se dissipam, a fadiga se torna suportável, e a força vital deixa de escapar por brechas emocionais ou espirituais. É também neste estágio que o portador aprende a usar o bastão como extensão de sua respiração — cada movimento de defesa ou ataque segue o ritmo de um fluxo vivo, suave mas firme como o curso de um rio.

[NÍVEL V] — Véu Pacífico: Com o crescimento da comunhão, o Véu Pacífico desperta. É uma aura quase invisível, mas quem se aproxima sente o ar se tornar mais brando, como se entrasse num templo. Este Véu amortece impactos físicos de armas comuns, dissipa toxinas sutis e repele maldições espirituais que tentam infiltrar-se pelos poros do Chi. Durante meditação ou em momentos de grande tensão, o portador pode ancorar o bastão ao solo, expandindo esse Véu a todos que partilhem de sua presença. É um escudo silencioso: soldados exaustos recuperam ânimo, crianças doentes respiram melhor, mentes atormentadas encontram um instante de paz. Monges antigos dizem que, sob o Véu Pacífico, até espíritos inquietos hesitam em se aproximar.

[NÍVEL X] — Palavra de Harmonia: Neste nível, o Dharmadhanda torna-se mais que arma ou escudo — torna-se língua viva. O portador acessa a Palavra de Harmonia, uma ressonância de Chi pronunciada sem voz, que alinha o fluxo de seres vivos tocados pelo bastão. Com um leve toque ou batida cerimonial, o portador pode liberar bloqueios profundos de energia vital, desfazer nós espirituais que geram doenças persistentes ou aliviar mentes corroídas por traumas espirituais. Mais do que cura, a Palavra de Harmonia restaura a comunhão entre corpo e espírito. Diz-se que quem sente essa ressonância uma vez nunca mais esquece — pois é como ouvir o sussurro de um universo calmo dentro do próprio peito.

[NÍVEL XV] — Onda Compassiva: Quando o portador se torna um verdadeiro guardião do fluxo, desperta a Onda Compassiva.
Erguendo o Dharmadhanda, o portador concentra todo o Chi acumulado em seu centro vital e o libera como uma onda pulsante que se espalha em todas as direções. Aliados dentro da área sentem a força da Onda penetrar os ossos e o espírito, costurando feridas que pareciam fatais, desfazendo venenos antigos e lavando corrupções espirituais como uma chuva sagrada. Inimigos cuja essência se alimenta da desordem espiritual sentem a mesma onda como lâminas de vento que rasgam máscaras ilusórias, forçando-os a confrontar suas corrupções — muitos caem, sufocados pela pureza, incapazes de se sustentar sem o veneno que os moldava. Mestres dizem que, durante a Onda, sinos etéreos podem ser ouvidos, mesmo a grandes distâncias — um canto de misericórdia para quem sabe escutar.

[NÍVEL XX] — Sopro do Dharma Eterno: No auge, o portador do Dharmadhanda compreende que não é apenas um canal de Chi — mas um elo vivo entre o mundo e o Dharma. O Sopro do Dharma Eterno é o ato supremo: uma única respiração profunda, feita em comunhão com a essência de tudo que respira e pulsa. Neste instante, o bastão se finca ao solo como uma raiz dourada, liberando um pulso de Chi tão puro que pode purificar florestas profanadas, restaurar terras devastadas pela corrupção e acalmar guerras espirituais antes mesmo de começarem. O Sopro sela espíritos malignos, impede renascimentos de horrores profanos e dissipa maldições de gerações inteiras — mas exige um preço terrível: o portador deve ceder fragmentos de sua própria centelha vital ao fluxo universal, tornando-se cada vez mais rarefeito, como brisa, como pólen na brisa. Dizem que os poucos que executaram o Sopro três vezes jamais foram encontrados — apenas pétalas de lótus flutuando sobre templos abandonados lembram que seu Chi ainda dança no vento.

Fio de Thamud

Véu da Ruína Costurada
Quando Caelin finca o Fio de Thamud na areia, o vento das Ermas silencia, como se o próprio deserto prendesse a respiração. Veios de luz se acendem sob as dunas, serpentinas de energia trâmica que se erguem como cobras encantadas. Cada fio se enrosca nos tornozelos e pulsos dos inimigos, ligando-os uns aos outros, como marionetes presas ao mesmo tear invisível. Dizem que quem olha para baixo nesse momento vê fragmentos de seus futuros projetados na areia, tremulando como miragens. A dor de um se torna a dor de todos. Cada corte, maldição ou fraqueza se espalha como fogo em palha seca. Aqueles que tentam fugir sentem a Trama se apertar em torno de seus corações, lembrando-os de que não há fuga de um destino costurado pelas Ermas.

Corte do Fado Desfiado
Sob o sol escaldante ou as estrelas frias das dunas, Caelin ergue o Fio como se empunhasse o próprio fio da vida de seu inimigo. Quando desfere o golpe, o ar silva como um pergaminho rasgado. Mas o som real vem de dentro: é o sussurro da Trama se partindo, como se as linhas invisíveis que sustentam o futuro da vítima fossem cortadas uma a uma. Não há sangue de imediato. O corpo hesita, preso entre o que é e o que já não deveria ser. Então a ferida se abre, exalando um calor seco, como se fragmentos de sorte, memórias e possibilidades escapassem para o vento. Nem a mais poderosa magia de cura consegue remendar o que foi desfiado — pois a própria linha do destino foi alterada para sangrar até que Caelin decida selá-la… ou esquecer-se dela.

Deserto dos Fios Eternos
A habilidade suprema, evocada apenas quando Caelin aceita o risco de tornar-se parte inseparável das Tramas. O Fio de Thamud é erguido aos céus, reluzindo como uma agulha que costura céu e terra. O ar treme, carregado de um sussurro antigo — o Canto dos Véus, herdado de Ythalos. Em resposta, o solo se abre em rachaduras cintilantes. Filamentos de luz dourada, vermelha e prateada brotam, rastejando pelas dunas como raízes vivas. Em segundos, um vasto labirinto se forma, envolvendo inimigos e aliados num mosaico pulsante de linhas. Dentro desse domínio, Caelin sente cada batida de coração, cada passo hesitante, cada sopro de dúvida — pois todos estão presos no tapete de destinos que ele mesmo costurou. Para quem ousa atacar, as linhas se torcem, devolvem golpes, desviam lâminas. Para quem tenta fugir, as dunas se erguem em muralhas de areia viva, empurrando-os de volta ao centro. E, quando Caelin assim desejar, o Deserto dos Fios Eternos se fecha como uma tumba de luz e silêncio, devorando tudo que não pertence à sua vontade.

Aguilhão de Agnis

Brasa Insaciável

Ao atingir um inimigo com o Aguilhão, o portador pode ativar as brasas vivas do tridente, fazendo com que as pontas da arma deixem um fragmento ardente cravado no corpo ou na alma do alvo. Essa brasa não explode nem queima por fora — ela se aloja internamente e começa a inflamar o espírito da vítima, alimentando-se de emoções intensas como raiva, medo ou orgulho. A cada rodada em que o alvo mantém uma postura agressiva ou desequilibrada, a brasa intensifica sua dor, queimando de dentro para fora, com efeitos que variam de perda de controle, redução de resistência ou colapso espiritual. Caso o alvo tente se purificar ou fugir, a brasa se fixa ainda mais profundamente, exigindo um ritual ou bênção para ser removida.

Marcha Ígnea

Ao cravar o Aguilhão no chão e invocar sua chama interior, o portador cria um rastro ardente por onde avança, uma trilha de fogo vivo que queima magia, contaminações e campos profanados. O caminho traçado incinera obstáculos mágicos, corrói invocações e sela temporariamente a regeneração de entidades sombrias ou amaldiçoadas. Se usado em campo aberto, o rastro pode ser moldado em espiral, linha ou círculo, permitindo armadilhas táticas, proteção de aliados ou isolamento de inimigos. O fogo não atinge diretamente aliados, mas reage violentamente contra quem carrega impurezas mágicas ou energia corrompida. O uso prolongado gera desgaste físico ao portador, pois o calor do rastro consome também sua própria energia vital.

Ira Ardente de Agnis

O portador libera o verdadeiro nome da entidade contida na arma, despertando parte da consciência de Agnis. Durante um breve período, a lança transforma-se num prolongamento do espírito flamejante, ganhando uma aura viva e incandescente que queima não apenas o corpo dos inimigos, mas também seus vínculos espirituais. Todos os ataques realizados nesse estado têm efeito de ruptura: eles rompem proteções místicas, selos de sangue, pactos ou laços de submissão. Criaturas vinculadas a necromantes, demônios ou magos são libertadas — ou completamente desintegradas, caso não resistam à purificação forçada da chama. Contudo, cada ativação da Ira Ardente enfraquece a barreira que mantém Agnis adormecido no fundo da arma. Um uso imprudente pode fazer com que a entidade desperte fragmentariamente… e assuma controle do combate.

Lança de Éter Sinuoso

Sussurro do Éter

Quando o portador ativa o Sussurro do Éter, uma melodia quase inaudível começa a reverberar, como se o próprio tecido dos planos conversasse através da lança. A investida que se segue é um espetáculo de movimentos sinuosos, onde a ponta da lança traça arcos que deixam atrás de si um rastro quase translúcido, um véu etéreo que se estende e ondula no ar. Este rastro não é apenas visual: ele distorce e confunde as percepções dos adversários que tentam rastrear seus movimentos. Luzes piscam e sombras se estendem de forma errática, sons se tornam ecoantes e deslocados, e o equilíbrio daqueles ao redor é sutilmente comprometido. Inimigos atacam ao vazio, seus reflexos se atrasam, e o caos tático reina por breves segundos — tempo suficiente para que o portador execute ataques cirúrgicos com precisão mortal. Além disso, o Sussurro do Éter carrega uma energia sutil que pode interferir em magias de controle e ilusões adversárias, tornando a mente do portador um farol de clareza em meio ao engano. Assim, não é apenas uma habilidade ofensiva, mas também uma defesa contra manipulações psíquicas e arcanas.

Manto Fluídico

Ao invocar o Manto Fluídico, o portador se envolve em uma aura líquida que se move em sincronia perfeita com seu corpo. Essa energia fluida parece quase tangível, como um véu cristalino que desliza e se molda para proteger sem restringir o movimento, amplificando a graça e a agilidade do usuário a níveis sobre-humanos. Essa aura serve como uma armadura viva, que absorve o impacto de golpes físicos e energias mágicas, dissipando-as com uma suavidade quase artística. Os ataques que deveriam ferir profundamente se tornam pequenos solavancos, enquanto o corpo do portador se esquiva com leveza e precisão sobrenatural, como se estivesse dançando entre gotas de chuva. Além disso, o Manto Fluídico fortalece a conexão do portador com o plano etéreo, melhorando sua percepção extrasensorial, capacidade de antecipar movimentos inimigos e até de detectar presenças invisíveis. Este equilíbrio entre defesa e agilidade faz do usuário um adversário quase impossível de ser atingido, que flui pelo campo de batalha com graça letal.

Flecha de Éter Sinuoso

Com um gesto concentrado, o portador reúne a energia da lança em uma esfera compacta e brilhante de pura essência etérea — a Flecha de Éter Sinuoso. Ao ser lançada, essa flecha percorre o campo de batalha com uma velocidade estonteante, deixando um rastro luminescente que parece dobrar e torcer o espaço ao seu redor. Ao atingir o alvo, o projétil ignora completamente defesas físicas e mágicas convencionais, atingindo diretamente o núcleo espiritual do inimigo. O impacto desencadeia uma distorção temporal localizada que desacelera os movimentos, os reflexos e até a capacidade de raciocínio dos afetados. Em meio a essa distorção, o tempo parece escorrer lentamente, criando uma janela de oportunidade para que aliados do portador desferam ataques precisos e devastadores. Além do efeito direto, a Flecha de Éter Sinuoso deixa uma marca residual no campo de batalha — um campo temporal tênue que persiste por alguns segundos, atrasando qualquer inimigo que atravessa sua área de influência. Essa manipulação do tempo e espaço torna a lança uma arma estratégica, ideal para controlar o ritmo de combates complexos e perigosos.

Sonhaviva

[NÍVEL I] Visão Onírica: Sonhaviva concede ao portador a capacidade de ver brevemente o futuro por meio de sonhos. Antes de um evento importante, o portador pode dormir com a lança, permitindo-lhe ter visões que oferecem insights sobre o que está por vir. As visões proporcionadas pela habilidade oferecem ao portador insights valiosos e orientação sobre como enfrentar as situações futuras, adquirindo +V de PRECISÃO durante o uso. Isso pode incluir informações sobre o que fazer, o que evitar e como tomar decisões estratégicas.

[NÍVEL V] Toque Onírico: Ao tocar a ponta da lança em uma criatura adormecida, o portador pode entrar brevemente nos sonhos da criatura. Isso pode revelar informações valiosas ou permitir a comunicação através do mundo dos sonhos. Essa habilidade concede ao portador da lança a capacidade de tocar uma criatura adormecida e entrar temporariamente em seus sonhos. É um poder que permite a comunicação e exploração dos recantos dos sonhos de outros, funcionando apenas enquanto a criatura está adormecida, e durando o tempo que for necessário.

[NÍVEL X] Projeção Onírica: O portador pode, temporariamente, projetar sua forma etérea no mundo dos sonhos, tornando-se invisível e intocável no mundo físico, mas capaz de interagir e mover-se livremente no reino dos sonhos. O portador se torna invisível e intangível no mundo físico, tornando-se essencialmente uma projeção etérea. Ele não pode ser visto nem tocado por outros seres vivos enquanto estiver nesse estado. Essa habilidade concede +V de FURTUVIDADE durante o tempo de 3 turnos dentro do campo de batalha.

[NÍVEL XV] Vínculo Onírico: A lança estabelece um vínculo mágico com o portador, permitindo que ele compartilhe e se beneficie da magia dos sonhos. Isso aumenta a resistência e a habilidade mágica do portador enquanto empunha a lança. Aumenta a RESISTÊNCIA em +V, física e mental do portador, tornando-o mais capaz de resistir a influências de outros poderes, ilusões e ataques psíquicos. O vínculo amplia a capacidade mística do portador, permitindo-lhe realizar feitiços relacionados aos sonhos e à interpretação de símbolos oníricos com maior eficiência.

[NÍVEL XX] Pulso Onírico: O portador pode desencadear um pulso de energia onírica através da lança, que atinge os inimigos à distância. Esse pulso pode confundir e desorientar os alvos, criando ilusões temporárias e minando sua resistência. O pulso cria ilusões vívidas e envolventes que afetam a percepção dos alvos. Eles podem ver, ouvir e sentir coisas que não são reais, tornando difícil distinguir entre o mundo real e as ilusões. Você basicamente se torna dono de sua realidade, neste nível, conseguindo conjurar qualquer tipo de ilusão o mais real possível em combate.

Tridente da Eternidade

Aviso de Utilização

O Tridente da Eternidade é um artefato de poder incomensurável, forjado nos fornos das Estrelas Ancestrais, e seu uso requer a mais pura sabedoria e respeito. Ao empunhá-lo, o portador se conecta diretamente com as forças que governam o tempo, o espaço e as dimensões. A primeira ativação do Tridente exige uma concentração absoluta, e a energia cósmica fluirá por todo o corpo do usuário, um brilho dourado indicará que a conexão foi estabelecida com sucesso. Aqueles que empunham o Tridente da Eternidade devem ser conscientes da magnitude de seu poder. Usá-lo de forma egoísta ou impulsiva pode despertar forças cósmicas que os mortais não estão preparados para enfrentar. O Tridente é tanto uma dádiva quanto uma maldição, conferindo ao portador a capacidade de moldar o destino, mas também a responsabilidade de lidar com as consequências dessa habilidade incomensurável. O poder do Tridente não deve ser usado levianamente, e a sabedoria será a maior aliada de quem buscará controlar seu poder. Com o Tridente, o portador possui a habilidade de manipular o fluxo temporal dentro de uma área restrita. Contudo, este poder deve ser usado com extrema cautela, pois o uso excessivo pode criar lacunas temporais ou paradoxos, afetando a realidade ao redor de forma imprevisível.

HABILIDADES PASSIVAS

Ecos do Tempo

O Tridente da Eternidade emana uma aura cósmica que ressoa com o fluxo do tempo, tornando o portador imune ao desgaste físico e espiritual causado pelo avanço temporal. Sua presença ao redor do portador não apenas impede os efeitos naturais do envelhecimento, mas também cria uma capa de proteção contra magias e entidades que busquem manipular o tempo de forma prejudicial. Além disso, a aura do Tridente se estende para todos ao redor, retardando o efeito de ferimentos graves e acelerando a recuperação de qualquer dano causado. Em batalhas, o Tridente pode até mesmo retardar o tempo dos adversários próximos, tornando suas ações mais lentas e previsíveis.

Vigília Dimensional

O Tridente da Eternidade é um guardião das fronteiras entre os planos de existência. Sua presença cria uma rede invisível de proteção ao redor do portador, uma espécie de escudo cósmico que repele qualquer tentativa de invadir o plano físico ou alterar a integridade do espaço-tempo. Sempre que um ser interdimensional, como um espectro, uma entidade extradimensional ou até mesmo uma força cósmica de outra realidade, tentar atravessar para o plano do portador, o Tridente emite uma onda de energia que destina-se a absorver ou neutralizar essa ameaça. Dependendo da força do intruso, o Tridente pode até mesmo prender o ser invasor no limbo temporal, impedindo que ele continue sua jornada até a realidade física.

Fluxo Harmônico

O Tridente cria uma conexão profunda com as correntes cósmicas, permitindo ao portador perceber os padrões subjacentes do espaço-tempo e as influências que os regem. Essa habilidade passiva não apenas aguça os sentidos do portador, mas também concede uma compreensão quase intuitiva dos eventos futuros. Ele será capaz de antecipar desastres, previsões e até mesmo mudanças dramáticas no curso da história. O Tridente amplifica o poder mental do usuário, ajudando-o a tomar decisões mais calculadas e eficientes. Em um nível avançado, o portador pode até ver pequenas lacunas temporais, permitindo-lhe perceber breves vislumbres de futuros possíveis ou passados esquecidos. Este fluxo harmônico se estende a aliados próximos, permitindo que compartilhem dessa visão intuitiva e possam agir com uma coordenação excepcional.

Ressurgir das Eras

O Tridente da Eternidade tem uma conexão indissociável com os ciclos de criação e destruição que permeiam todas as dimensões. Em qualquer ambiente que tenha sofrido um grande impacto ou que tenha sido alterado irreparavelmente pelo tempo ou por forças externas, o Tridente se torna um catalisador para a regeneração. Ele pode restaurar terras devastadas por cataclismos, ressuscitar florestas que foram queimadas ou até trazer de volta à vida áreas inteiras que foram devastadas pela guerra ou pela corrupção. Sua capacidade de regenerar não é limitada apenas ao mundo natural — em áreas que sofrem de corrupção espiritual ou danos mágicos, o Tridente pode limpar essas distorções e restabelecer o equilíbrio. Essa restauração, no entanto, exige um preço: o Tridente absorve parte da energia vital do portador, o que pode causar um cansaço profundo se usado repetidamente.

Imunidade Cósmica

O Tridente da Eternidade cria um escudo mental e espiritual que protege o portador contra qualquer tentativa de manipulação mental ou distorção do espaço-tempo. Seja um ataque psíquico, uma tentativa de alterar as memórias ou um feitiço de manipulação temporal, o Tridente repele automaticamente qualquer influência externa. Além disso, essa imunidade se estende à própria percepção do tempo e da realidade — o portador nunca sofrerá de alucinações temporais, distúrbios de espaço ou sentimentos de desorientação que podem surgir ao interagir com entidades cósmicas ou experimentar viagens no tempo. Isso torna o portador imune não apenas a feitiçarias, mas também a manipulações de realidades alternativas ou a distorções da mente causadas por entidades cósmicas. Em casos extremos, o Tridente pode até mesmo liberar o portador de um loop temporal ou prender uma distorção no tempo que os ameaçaria. No entanto, ao realizar esse tipo de proteção, o Tridente exige um sacrifício do portador: um momento de vulnerabilidade após o uso, onde o Tridente enfraquece o campo de proteção.

HABILIDADES ATIVAS

[NÍVEL I] Ruptura Temporal – O Tridente da Eternidade, quando imerso nas profundezas do solo ou em qualquer material, libera um cataclismo temporal que gera uma explosão de energia que distorce as leis do tempo dentro de um raio considerável. O portador pode ajustar a intensidade da distorção, permitindo manipular de forma precisa os fluxos temporais. Isso não só acelera ou desacelera o tempo de objetos e seres, mas também pode criar descontinuidades no próprio tecido do tempo. Por exemplo, o portador pode acelerar o crescimento de uma planta para fazê-la florescer em segundos, enquanto as armas de seus inimigos se tornam imprecisas, diminuindo a velocidade de ataque. Um uso mais avançado da habilidade poderia retardar ou acelerar momentos-chave em uma batalha, causando confusão nos oponentes, ou até criar brechas temporais onde certos eventos se repetem indefinidamente, como uma sequência de falhas no tempo que torna a vida de um inimigo um ciclo vicioso de erro. Contudo, a habilidade de manipulação temporal é volátil e exige grande destreza, pois se utilizada por muito tempo, pode gerar falhas temporais irreparáveis que alteram a realidade permanentemente.

[NÍVEL V] Portais Infinitos – Ao ativar o poder do Tridente, o portador pode abrir portais não apenas entre dimensões físicas, mas também entre os múltiplos planos temporais, permitindo viagens entre diferentes momentos de tempo e alternativas de realidades paralelas. Os portais podem ser usados estrategicamente para facilitar ataques rápidos, retiradas tácticas ou até para buscar fontes de poder em outros planos dimensionais. Com o tempo, o portador pode aprender a ajustar a temporalidade do portal, permitindo acessar o passado distante ou até o futuro possível, sendo capaz de alterar eventos cruciais. Durante uma batalha, o Tridente pode ser usado para abrir portais para lugares onde o inimigo está vulnerável, criando um espaço onde o portador e seus aliados podem surpreender os oponentes. No entanto, as viagens entre dimensões e períodos de tempo apresentam um risco elevado, pois o Tridente pode atrair a atenção de seres poderosos ou entidades que governam as leis do espaço-tempo, e o uso excessivo de portais pode desencadear rupturas no tecido da realidade.

[NÍVEL X] Destruição Cósmica – A habilidade mais devastadora do Tridente da Eternidade é a Destruição Cósmica, que permite ao portador canalizar uma força primordial, devastadora e quase infinita, capaz de rasgar as camadas do próprio espaço-tempo. Ao ativar essa habilidade, o portador concentra a energia cósmica do Tridente em sua lâmina e libera um golpe capaz de desintegrar tudo em seu caminho, desde seres até barreiras mágicas e proteções cósmicas. A destruição não se limita apenas à destruição física, mas também pode romper as próprias fundações da realidade, fazendo com que o espaço ao redor se torne caótico e instável. Qualquer ser atingido pelo golpe pode ter sua essência distorcida, sendo desintegrado não apenas fisicamente, mas também espiritualmente, deixando uma lacuna no espaço-tempo que só pode ser restaurada por forças divinas ou ancestrais. O impacto da habilidade pode até mesmo gerar falhas temporais e cósmicas, criando um vórtice de energia onde entidades de outras dimensões ou mesmo partes do tempo descontrolado podem ser convocadas. O Tridente exige que o portador tenha um imenso controle sobre a habilidade para evitar que o uso excessivo desta destruição possa comprometer a própria existência do portador, ou até a destruição de realidades inteiras. O preço do uso frequente dessa habilidade é a exaustão drástica da energia do portador, o que o torna vulnerável a ataques subsequentes.

[NÍVEL XV] Recriação Dimensional – O Tridente da Eternidade também possui uma habilidade rara de restaurar qualquer coisa ao seu estado primordial. Ao invocar Recriação Dimensional, o portador pode reparar áreas devastadas, reconstruir espaços fragmentados ou até mesmo ressuscitar seres perdidos em batalhas ou cataclismos. Essa habilidade ativa permite ao Tridente moldar o espaço-tempo para devolver a condição original das coisas, fazendo-as voltar ao seu estado mais puro antes de qualquer corrupção. Quando utilizado em ambientes corrompidos ou destruídos por forças cósmicas, como áreas com distorções de realidade ou danos causados por entidades poderosas, o Tridente pode restaurar a integridade física e energética do local, criando um equilíbrio natural e curando danos temporais e espirituais. Em nível avançado, o Tridente pode até mesmo reviver indivíduos ou corrigir tragédias passadas, mas esse poder exige uma profunda compreensão do fluxo temporal e um custo significativo de energia vital do portador. Usar a recriação para fins pessoais ou egocêntricos pode ter consequências desastrosas, como uma distorção irreversível no fluxo natural do tempo, levando a efeitos colaterais que podem alterar eventos futuros de forma indesejada.

[NÍVEL XX] Controle do Fluxo Temporal – O Controle do Fluxo Temporal permite ao portador manipular o tempo ao seu redor, criando distorções instantâneas que afetam seus inimigos, aliados e até o ambiente. Esta habilidade ativa pode ser usada de maneiras diversas: desacelerando a ação dos inimigos para que seus ataques e movimentos se tornem lentos e previsíveis, ou acelerando suas próprias reações e movimentos para se tornar quase impossível de ser atingido. O Tridente também pode criar bolhas de tempo onde as leis da física são temporariamente alteradas, tornando os espaços dentro dessas bolhas mais lentos ou rápidos em relação ao mundo exterior. Em batalhas intensas, o portador pode usar essa habilidade para prever movimentos inimigos, criando um tipo de “futuro visualizado” onde todas as possibilidades de ataque ou defesa são analisadas em questão de segundos. Em níveis mais avançados, o portador pode até mesmo “congelar” uma área específica do tempo, criando um campo onde tudo dentro dele é imune a ações externas. Contudo, essa habilidade não é sem custo: o uso contínuo do Controle do Fluxo Temporal pode causar rupturas no campo temporal ao redor, tornando o portador vulnerável a ataques que tentem explorar essas falhas temporais. A manipulação do tempo é uma arte arriscada que exige precisão, pois qualquer erro pode causar um retrocesso no tempo ou distorções que são difíceis de corrigir.

Lança do Sangue Negro

Chicote da Corrupção
A habilidade Chicote da Corrupção permite ao usuário da Lança do Sangue Negro imbuí-la com uma energia sombria que corrompe qualquer coisa que toque. Ao lançar o chicote de sangue, ele se estende para atingir inimigos ou objetos, drenando a vitalidade de quem for atingido e contaminando sua essência com a corrupção. A lâmina da lança deixa um rastro de dor e decadência onde passa, tornando qualquer alvo tocado mais fraco e mais suscetível a doenças ou fraquezas espirituais. Quanto mais a lâmina toca o inimigo, mais ele é drenado, perdendo força física e mental. O usuário também pode escolher liberar a energia corrompida de volta ao corpo da lança, aumentando temporariamente seu poder.

Sangue de Sacrifício
A habilidade Sangue de Sacrifício permite ao portador da Lança do Sangue Negro sacrificar parte de sua própria energia vital para aumentar a força e a precisão da lança. Ao ativar essa habilidade, o usuário se perfura com a ponta da lança, oferecendo uma porção de seu sangue como sacrifício. Isso concede ao portador uma força sobrenatural por um período curto, melhorando suas habilidades de combate, fazendo com que cada golpe seja mais mortal e preciso. Além disso, ao consumir o sangue do usuário, a lança se torna mais “sedenta”, e pode ser usada para absorver a vida dos inimigos atingidos, restituindo parte da energia vital ao portador. No entanto, o custo do sacrifício é alto e pode deixar o usuário enfraquecido se utilizado repetidamente.

Tempestade de Sangue
Tempestade de Sangue é uma habilidade de grande destruição, permitindo que o usuário crie uma explosão de sangue etéreo ao redor da lança. Quando ativada, a lança começa a vibrar e a sangrar, liberando uma tempestade de sangue negro que se espalha pelo campo de batalha. Este sangue não é apenas um líquido, mas uma substância corrosiva que pode destruir armaduras e causar danos físicos severos a quem for tocado. Além disso, o sangue invoca a fúria de entidades sombrias que alimentam-se da dor e do caos. A tempestade pode tomar diferentes formas, como lâminas afiadas de sangue ou uma onda de choque em expansão. Embora poderosa, a habilidade consome uma enorme quantidade de energia do portador, o deixando vulnerável após seu uso.

Omnyra

Fulgor Celestial

Omnyra, ao ser empunhada, canaliza o poder primordial das estrelas, concentrando toda a energia cósmica nas fibras do seu núcleo. Quando o portador realiza um ataque com a lança, ela libera uma explosão de luz e energia cósmica de proporções inimagináveis. O Fulgor Celestial cria uma onda de destruição que permeia o espaço e o tempo, não se limitando apenas à matéria física, mas também afetando a própria estrutura do espaço-tempo ao redor da vítima. Esse ataque pode desintegrar qualquer forma de energia, desmantelando até mesmo escudos protetores mágicos e cósmicos, e eliminar qualquer existência que toque sua linha de fogo. A energia liberada é uma luz intensa que pode ofuscar até os olhos mais aguçados, e a força devastadora do impacto resulta em uma explosão cósmica, com a capacidade de corromper a realidade local, criando distorções temporais e até mesmo abalando as leis fundamentais do multiverso. Em seu ápice, Fulgor Celestial pode desintegrar partes inteiras de universos ou danificar camadas dimensionais, tornando-a uma das habilidades mais destrutivas e transformadoras da lança.

Escudo de Infinito

A lança Omnyra não é apenas uma arma ofensiva; ela também pode ser utilizada como uma defesa impenetrável. Escudo de Infinito invoca uma barreira formada pela energia cósmica pura, que rodeia o portador e o protege contra qualquer forma de ataque, seja físico, mágico ou cósmico. Esta energia não apenas bloqueia os impactos, mas também reflete as forças de volta ao seu agressor com uma intensidade amplificada. O escudo em si é invisível para a maioria das criaturas, mas sua presença é sentida como uma pressão no ambiente que impede qualquer tentativa de violá-lo. Além disso, o escudo não é estático: ele se adapta e responde ao tipo de ameaça que enfrenta. Por exemplo, ataques mágicos são absorvidos e devolvidos com uma intensidade correspondente à sua própria força, enquanto golpes físicos são dissipados na forma de ondas de energia. A habilidade também oferece uma defesa contra ataques psíquicos ou mentais, criando uma barreira mental que impede a manipulação da mente e da alma. Quando ativado por tempo prolongado, o Escudo de Infinito se expande e pode envolver o espaço ao redor, protegendo grandes áreas ou até mesmo planos inteiros de existência.

Caminho da Eternidade

A habilidade Caminho da Eternidade é uma das mais complexas e perigosas que Omnyra oferece. Ao cravar a lança no solo ou projetá-la em um golpe, o portador pode manipular o fluxo do tempo e do espaço, criando um ponto de inflexão onde a realidade se dobra e se divide. Isso permite que o portador viaje no tempo, altere eventos passados ou, em casos extremos, congele o tempo ao redor de uma área específica, criando uma “bolha temporal” onde o fluxo do tempo é distorcido. O impacto dessa habilidade não é apenas local: ao ativar o Caminho da Eternidade, o portador pode reverter destruições, como uma catástrofe multiversal, ou recriar acontecimentos que o levaram a um ponto de conflito. Contudo, Caminho da Eternidade exige enorme concentração, pois ao mexer com o tempo, o portador pode criar paradoxos ou até mesmo atrair a atenção de entidades cósmicas que zelam pelo equilíbrio temporal. Essa habilidade permite também viajar entre dimensões paralelas, alterando realidades alternativas e interferindo nas linhas do destino. No entanto, o uso excessivo pode causar um colapso do espaço-tempo, criando fissuras que ameaçam destruir a própria estrutura do multiverso.

Toque de Criação

O poder de criação de Omnyra se manifesta em sua habilidade de manifestar vida e matéria a partir da pura energia cósmica. Com o Toque de Criação, o portador pode infundir sua vontade na realidade, criando formas de vida ou artefatos imbuídos de energia cósmica para servir aos seus objetivos. Ao invocar essa habilidade, a lança se torna uma ferramenta de moldagem universal, permitindo que o portador crie seres poderosos como guardiões cósmicos, criaturas elementais ou até artefatos que têm o poder de influenciar diretamente a estrutura das leis físicas. A forma de vida criada por Toque de Criação pode ser algo tão simples quanto um animal, ou uma entidade completamente nova com características únicas e poderosas, adaptadas às necessidades do portador. Também é possível modificar o ambiente ao redor, criando mundos inteiros, continentes ou cidades que desafiam as leis naturais. Contudo, esta habilidade não é isenta de riscos: quanto mais complexa for a criação, maior o risco de instabilidade, podendo as criações se voltar contra o portador caso o equilíbrio não seja mantido. O uso excessivo pode levar à distorção das próprias forças criativas e ao colapso das realidades fabricadas.

Vingança Cósmica

Omnyra tem um vínculo profundo com as forças da destruição cósmica, e quando o portador se vê consumido pela fúria, a lança libera uma tempestade de vingança cósmica. Vingança Cósmica canaliza as emoções cósmicas de ódio e ira acumuladas ao longo do tempo, voltando-as contra qualquer ser que ameace a ordem universal. Essa habilidade desencadeia uma onda de destruição imensa, onde a própria energia cósmica da morte se torna uma força física, sendo capaz de aniquilar qualquer ameaça, seja em forma física ou etérea, e até mesmo apagar partes do espaço-tempo. A tempestade criada pela Vingança Cósmica desintegra tudo em seu caminho, destruindo a essência das coisas, tornando-as irreconhecíveis e irreparáveis. Essa habilidade é particularmente eficaz contra aqueles que tentam desestabilizar o equilíbrio do multiverso, como seres imortais ou entidades que desafiem a ordem cósmica. No entanto, como todas as habilidades de Omnyra, o uso de Vingança Cósmica tem um custo, e o portador corre o risco de ser consumido pela energia destrutiva que invoca, caso não tenha controle suficiente sobre a força desatada.

Oniramaru

Fúria da Ilusão Yokai

Oniramaru convoca diretamente a essência dos Yokais para gerar um campo de ilusão que distorce a percepção da realidade. Ao ativar essa habilidade, a lança emite uma onda de energia etérea que afeta todos os inimigos dentro de um raio considerável. As ilusões criadas não são apenas visuais, mas também sensoriais, alterando o som, o tato e até o olfato dos adversários. Os inimigos podem ser levados a ver coisas que não estão lá, como monstros aterradores ou figuras sombrias, ouvir vozes distorcidas ou sentir uma pressão crescente que os sufoca. Essas ilusões têm um impacto psicológico profundo, desestabilizando suas mentes e tornando-os incapazes de distinguir o real do irreal. A habilidade é projetada para confundir os inimigos, forçando-os a duvidar de seus próprios sentidos e habilidades. Além de enfraquecer suas capacidades de combate, a Fúria da Ilusão Yokai pode também criar uma sensação de medo crescente e desesperança, afetando não só os corpos, mas também as mentes dos oponentes. Durante o uso dessa habilidade, a resistência mental dos inimigos é constantemente testada, tornando-os vulneráveis a ataques diretos e outros poderes oníricos.

Dança Sombria dos Espíritos

A Dança Sombria dos Espíritos é uma habilidade que invoca uma série de entidades ancestrais, representantes dos antigos Yokais que habitam o plano espiritual. Ao ativar esta habilidade, a lança cria uma aura de energia espiritual, liberando os espíritos que dançam ao redor do portador e atacam seus inimigos de forma imprevisível. Esses espíritos não são apenas formas físicas, mas sim manifestações etéreas, feitas de pura essência espiritual, que atacam com uma fluidez inusitada, aparecendo e desaparecendo ao redor do inimigo. Os ataques são carregados de energia espiritual e são capazes de atravessar defesas físicas. O impacto desses ataques não se limita apenas ao corpo, mas também penetra a alma do inimigo, causando danos profundos que não podem ser curados apenas com o uso de habilidades físicas. Essa habilidade é projetada para desestabilizar tanto fisicamente quanto mentalmente os oponentes, forçando-os a lidar com ataques imprevisíveis e com o efeito psicológico de saber que estão sendo perseguidos por entidades que transcendem a matéria. Além de sua eficácia em combate, a Dança Sombria dos Espíritos também é uma maneira de enfraquecer a resistência emocional e mental dos inimigos, fazendo com que fiquem cada vez mais vulneráveis a ataques subsequentes. A habilidade é perfeita para aqueles que tentam escapar ou se defender de ataques diretos, já que os espíritos possuem uma natureza implacável e não podem ser facilmente dissipados.

Lança do Sonho Perdido

Uma habilidade que invoca o poder do reino dos sonhos, permitindo ao portador atravessar as barreiras do mundo físico e atingir o inimigo no nível mais profundo de sua psique. Ao usar essa habilidade, a lança emite uma estocada de energia pura, carregada de essência onírica. Ao entrar em contato com o corpo do inimigo, essa estocada não se limita a causar danos físicos, mas também invade diretamente a mente do oponente, forçando-o a confrontar suas maiores falhas, inseguranças e arrependimentos mais profundos. Esse impacto psicológico tem o poder de desestabilizar os inimigos, fazendo com que eles entrem em um estado de confusão mental e emocional, muitas vezes resultando em perda de controle sobre suas próprias ações. Além disso, o efeito dessa habilidade pode causar uma sensação de desesperança ou desolação, como se a pessoa estivesse presa em um pesadelo interminável. Isso enfraquece a resistência dos inimigos, tornando-os mais suscetíveis a ataques físicos subsequentes, enquanto eles são forçados a lidar com os próprios tormentos internos. Uma habilidade extremamente poderosa, que não só causa dano imediato, mas também tem um efeito prolongado, levando os inimigos a uma luta interna que pode durar muito tempo após o combate.

Caminho do Yokai

Uma habilidade única que permite ao portador de Oniramaru transcender o plano físico e mergulhar nos reinos espirituais. Ao ativar esta habilidade, o portador se torna uma entidade etérea, capaz de atravessar o espaço físico sem ser detectado, como se estivesse atravessando as barreiras entre os mundos. Nesse estado, o portador ganha acesso à mente e ao espírito de seus inimigos, podendo explorar seus pensamentos e intenções mais profundas. A habilidade confere uma percepção ampliada, permitindo que o portador antecipe os movimentos e ações de seus oponentes, tornando-o quase impossível de ser surpreendido. Além de sua utilidade em combate, o Caminho do Yokai também oferece ao portador uma vantagem única fora do campo de batalha. Durante o estado etéreo, o portador pode invocar entidades espirituais para interagir com os inimigos, coletando informações vitais ou manipulando os pensamentos dos oponentes. O uso dessa habilidade exige uma tremenda concentração e controle sobre o próprio espírito, já que a linha entre o plano físico e o espiritual é tênue e fácil de se perder.

Rastro da Desolação Onírica

A habilidade final de Oniramaru, um ataque devastador que altera a própria essência da realidade. Quando ativada, a lança libera uma onda de energia onírica pura, capaz de criar uma distorção profunda no espaço e no tempo. Os inimigos afetados por essa habilidade começam a experimentar uma destruição tanto física quanto espiritual, enquanto sua percepção da realidade se desintegra. As leis da física deixam de se aplicar, e os inimigos se vêem presos em um estado onde o tempo parece se esticar ou encolher, enquanto o espaço ao redor se deforma. Além dos danos físicos causados pela desintegração do corpo, a Rastro da Desolação Onírica também atinge a alma e a mente, forçando aqueles afetados a confrontar suas piores memórias e medos, deixando-os em um estado de total desespero. Essa habilidade causa um impacto duradouro, tanto no plano físico quanto no mental, muitas vezes alterando a personalidade dos inimigos e deixando-os incapazes de se recuperar plenamente. A destruição causada pela Rastro da Desolação Onírica é tão profunda que as áreas afetadas pela habilidade se tornam inabitáveis por um longo período, marcadas para sempre pelas consequências do ataque.

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