Corte Rasgacéus
Ao realizar um golpe com a Talon, o portador canaliza a energia crua dos céus, projetando uma fenda em forma de arco que rompe tanto matéria quanto fluxo mágico. O corte não é apenas físico — ele quebra estruturas encantadas, corta vínculos espirituais e desfaz construções mágicas instáveis. Essa fenda pode atingir múltiplos inimigos em linha, desintegrando escudos arcanos, cancelando magias mantidas e cortando construções frágeis ou voadoras com um único movimento. Elementais de ar ou tempestade, quando atingidos, entram em colapso parcial, sendo forçados a se recompor. Se usado em excesso, o braço do portador pode sofrer sobrecarga elétrica e instabilidade energética, exigindo períodos de repouso ou contenção.
Ira de Tyrakhtar
O portador pode ativar o núcleo da Talon e liberar parte da consciência do dragão primordial selada em seu interior. Durante essa manifestação, a arma se transforma parcialmente em garra viva, com escamas vibrantes e relâmpagos pulsando pelas veias metálicas. Enquanto essa forma estiver ativa, os ataques do portador ganham propriedades de impacto sônico, empurrando os inimigos, quebrando terrenos, destruindo muros e desestabilizando monstros maiores. O rugido da garra acompanha cada golpe, forçando testes de resistência emocional ou mágica nos inimigos mais frágeis. A manifestação dura apenas alguns minutos, e quanto mais tempo for mantida, mais o portador se aproxima da consciência ancestral de Tyrakhtar — correndo o risco de absorver parte de sua fúria, ou mesmo se perder nela.
Chamado do Céu Partilhado
Uma vez por batalha, o portador pode cravar a Talon no chão e invocar um fragmento da fúria celeste de onde Tyrakhtar caiu. Nuvens se acumulam sobre a área, trovões rugem, e uma tempestade concentrada é invocada diretamente sobre o campo. Durante essa tempestade, inimigos alados ou elevados são puxados para baixo por correntes de vento reverso. Magias de levitação ou voo falham, e raios descem com precisão sobre aqueles que mentem, amaldiçoam ou invocam poderes profanos. Aliados ganham resistência contra eletricidade e um breve aumento de vigor, como se o rugido do dragão os lembrasse de sua própria força interior. A tempestade cessa quando a garra é erguida novamente — ou quando o campo é reduzido a silêncio.